Existem 296 artigos de críticas e ensaios agrupados em 15 página(s).
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Arnaldo Santos e as Margens da Casa Velha
Por: Aline VAN DER SCHMIDT

As margens
Do rio que tudo arrasta se
diz que é violento
Mas ninguém diz violentas as
margens que o comprimem.
BRECHTii

 

Degravata: entre ter, aparecer e ser

Revista Crioula – nº 5 – maio de 2009
Maiode2009Nº5

Por: Osvaldo SILVA

Carmo Neto (n. em 1962 – Malanje), contista e cronista angolano, cuja obra permanece, até então, desconhecida do público-leitor brasileiro das literaturas africanas de língua portuguesa, é detentor dum percurso literário modesto, sendo ele ressurgente da chamada “Geração de 80”.

 

Entre Fábulas e Alegorias: Ensaios sobre literaturas infanto-juvenis. Diálogos Transoceânicos Mônica Fares de Menezes
Por: Carmen LUCIA TINDÓ RIBEIRO SECCO

Na antologia de textos de Carmen Lúcia Tindó Secco que comporta dez ensaios sobre literatura infantil, o segundo ensaio é de Mônica Fares, intitulado: "Diálogos transoceânicos". Numa breve nota a professora Carmen considera que «a autora compara o universo das míticas narrativas orais amazónicas com estórias tradicionais recolhidas pelo angolano Óscar Ribas. Muitas são as semelhanças e as diferenças».

 

Entre a História e a Ficção, Uma Outra Versão: Análise de a Gloriosa Família: O Tempo dos Flamengos, de Pepetela 1
Por: Olimpia MARIA DOS SANTOS

O termo barroco, em virtude do momento em que foi criado, traz embutido, em si, o vezo da complexidade e da extravagância. De início, tais aspectos foram utilizados como ancoradouro de sua rejeição, mas, em tempos porvindouros, seriam o marco distintivo de uma outra forma de ser e estar na história, sob a qual vários grupos reivindicariam o direito de poder representar o diverso, sem alusões negativas.

 

O Lugar do Sagrado e a Poesia Paula Tavares em Tom de Confissão
Por: Claudia FABIANA DE OLIVEIRA CARDOSO

Embalado pela palavra, o artista ia lavrando,
na tampa da panela, um primeiro esboço de uma
escrita iluminada, a gravação dos sons da alma Ana Paula Tavares

 

Exilíos e Viagens em a Geração da Utopia, de Pepetela
Por: Cláudio DE SÁ CAPUANO

Em A Geração da Utopia, o escritor angolano Pepetela, traça, a partir de quatro movimentos temporais, a trajetória histórica da última metade de século XX em Angola.

 

Aporias da Memória: Papéis Sociais na Narrativa de Luis Bernardo Honwana
Por: Cláudio DO CARMO

Uma espécie de consenso quanto ao processo mnemônico, é o que apontam os estudos pontuais de Maurice Halbwachs1, pois detectaram que a memória individual se constrói a partir de uma memória coletiva.

 

O Negro e a (Des)Construção da Identidade Nacional na Obra Canaã
Por: Cleidinalva CARNEIRO DA SILVA

No fim do século XIX e início do XX, indivíduos pertencentes a "grupos minoritários" vítimas de pressupostos raciais excludentes viram-se de fora do projeto de nação ideal.

 

O Diálogo Entre Morte e Vida na Narrativa de Orlanda Amarílisi
Por: Cleonice APARECIDA MACHADO DE FREITAS

A morte é um assunto recorrente em diversas literaturas. Entretanto, ela é abordada de forma peculiar em cada lugar, conservando, desse modo, os traços da cultura à qual a literatura se refere.

 

Uma Experiência Significativa Com a Literatura Africana
Por: Consuelo SILVA ALMEIDA

1 - O currículo e a cultura africana

A escola é um local em que a diversidade cultural deve ser assegurada para que todos tenham garantido o direito de aprender e ampliar conhecimentos, sem serem obrigados a negar a si mesmo, ao grupo étnico/racial a que pertençam e adotar costumes, idéias e comportamentos que lhes são adversos.

 

As Pequenas Grandes Coisas da Vida: A ÁfricaQue se Mostra ao Brasil
Por: Cristiane MADANÊLO DE OLIVEIRA

Uma das principais conquistas da pós-modernidade foi a de dar voz e espaço ao que sempre se designou por margens.

 

Linguagem e Utopia: Uma Leitura de "A Estória do Ladrão e do Papagaio" e "Partida do Audaz Navegante"
Por: Cristiane SANTANA SILVA

Introdução

Neste texto optamos por uma abordagem comparativa entre "A estória do ladrão e do papagaio" (Luuanda, 1964), de José Luandino Vieira e "Partida do audaz navegante" (Primeiras Estórias, 1962), de Guimarães Rosa.

 

Um Contar Ferozmente Angolano
Por: Cristiane SILVA AMBRÓSIO

Angola, assim como outros países que se viram sob o jugo do sistema colonialista português, passou uma série de transformações no advento da Independência.

 

Explosões Textuais em o Último Vôo do Flamingo 1
Por: Cristiane SILVA AMBRÓSIO

1. A nação-mina: o panorama moçambicano

O leitor, habituado à escrita miacoutiana, sabe que em UVF irá ao encontro de uma leitura criativamente inesperada. Essa criatividade atinge seu ponto máximo, com as múltiplas facetas de uma explosão em Moçambique.

 

Relações Étnicas e Discurso Racialista Em Antônio Cardoso e a Biblioteca de Literatura Angolana
Por: Darliane ROCHA

Em A "Fortuna" de António Cardoso, os personagens são apresentados num ambiente de musseque, bairro marginal de Angola similar à favela brasileira utilizandose a cor da pele como elemento categórico de descrição e hierarquização sociais.

 

Os idosos na obra Luuanda de Luandino Vieira
Por: Denize A. LEITE

A velhice é a idade da
sabedoria, do ensinamento.
e não do descanso.1

 

O Riso Legítimo de Mornas Eram as Noites, de Dina Salústio
Por: Diego DE ALBUQUERQUE ALVES MOREIRA

(...) a rua é mais que isso, a rua é um fator da vida das cidades, a rua tem alma! (...) é o aplauso dos medíocres, dos infelizes, dos miseráveis da arte (...) A rua é generosa. O crime, o delírio, a miséria não os denuncia ela. A rua é a transformadora das línguas (...).

 

O Pós-Colonialismo Como Processo de Robert Fraser
Por: Divanize CARBONIERI

No livro Lifting the sentence. A poetics of postcolonial fiction (2000), Robert Fraser define como pós-coloniais as literaturas que se originaram em países que passaram e foram além do julgo ou sentença do colonialismo.

 

No Fim o Princípio: Raízes de Luuanda
Por: Eliane GONÇALVES DA COSTA

A cidade parece ser, hoje, a condição material representativa da nossa realidade. Na modernidade, foi estudada e vista por muitos autores como uma espécie de espelho vazio para um sujeito sem rosto, nem perfil.

 

Laços Fraternos: Orlando Mendes e João Cabral de Melo Neto
Por: Elídio NHAMONA

Fraternidade tem haver com irmandade e conseqüente pertença a uma origem paterna comum. A fraternidade a que neste texto nos referimos foi resultante do movimento encetado por Portugal na expansão marítima no século XVI.

 

 

 

 

 


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